ORIGEM: O PRIMEIRO ANUÁRIO DE RIG DO BRASIL

Capa do anuário 2019

Com a promessa de ser a maior vitrine profissional de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) do país, o recém-lançado Anuário ORIGEM 2019 oferece um guia dos profissionais da área e destaca os 20 mais admirados por seus pares. As mais de cem páginas ainda trazem um panorama geral de RIG com informações históricas, dados quantitativos, novidades, curiosidades, entrevista e desafios.

O primeiro anuário de RIG do país é um raio-x da área, o que torna a leitura indispensável para veteranos e iniciantes. Para sua concretização, os idealizadores realizaram pesquisa durante três meses (maio, junho e julho de 2019) com gestores e líderes da área de RIG de grandes empresas, de consultorias especializadas, de escritórios de advocacia, além de entidades setoriais que atuam nacionalmente. Foram ouvidos cerca de 350 profissionais.

“Ao trazer à luz um conjunto de informações sobre a estrutura e os desafios da área, buscamos ajudar o mercado a entender o momento dos profissionais de RIG em diferentes frentes e contribuir para o melhor entendimento do papel estratégico da área, algo que embora seja de conhecimento de várias empresas, ainda não está tão disseminado quanto deveria”, diz o editorial.

Na prática, a área de RIG ainda não é autônoma no organograma de muitas organizações. Geralmente, está unida a outras áreas da empresa, como Assuntos Corporativos, Comunicação, Jurídico ou Compliance. A pesquisa Anuário revela que as empresas do agronegócio e do setor farmacêutico estão entre as que mais investem em RIG, além das companhias de bens de consumo (incluindo alimentos e bebidas). A principal linha de reporte da área se dá, majoritariamente, para o principal executivo da companhia, segundo 46,73% dos entrevistados. Outros 30,84% respondem à vice-presidência ou à uma diretoria regional de RIG. A diferença, traz o Anuário, é que atualmente “essa comunicação se dá de forma muito mais transparente para um número maior de colaboradores na empresa, visando um alinhamento de agenda e interesses”.

Em relação a faixa etária dos gestores de RIG, a pesquisa Anuário aponta que nas empresas a média é de 44,8 anos. Já nas consultorias especializadas e escritórios de advocacia esse indicador sobe para 50,2 anos; enquanto nas associações setoriais é ainda mais elevado, 58 anos. “Entretanto, essa média tende a cair ao longo dos próximos anos, especialmente nas empresas. Se, entre os respondentes, 18,6% dos profissionais corporativos têm 51 anos ou mais, por outro lado mais de um terço deles, 36%, tem 39 anos ou menos; um pouco acima, nas consultorias especializadas esse percentual alcança os 38,6%”. O tempo médio de atuação na área de RIG pelos profissionais de empresas é de cerca de 13 anos. Nas consultorias, escritórios e associações, o tempo médio de atuação com o tema supera os 15 anos.

Sobre a participação feminina na área de RIG, as mulheres ainda são sub-representadas, em especial nas posições de liderança. “Dentro das empresas, as gestoras e líderes de RIG representam menos de um terço dos participantes, percentual que não muda muito dentro das consultorias e escritórios. Nas associações, o cenário é ainda mais difícil, com menos de 20% de mulheres participantes”.

Não existe uma formação padrão para os gestores e líderes de RIG. Grande parte tem formação em Direito, mas existe uma gama de outras formações, como administradores, jornalistas, engenheiros, economistas, relações internacionais e cientistas políticos. Segundo o Anuário, “o pacote educacional dos líderes da área nas companhias engloba pós-graduação (92% dos respondentes), fluência em inglês (98%) e espanhol (58%). Metade deles (e também da liderança nas consultorias e escritórios) cursou algum curso especializado em RIG. Nas consultorias e escritórios, 75% dizem ter ao menos uma pós-graduação. Além disso, 21,7% dos profissionais de empresas, e percentual próximo de consultores, exercem alguma atividade de caráter educacional em relação aos temas de RIG”.

“De acordo com os gestores das áreas de RIG nas empresas, a interlocução com governos é de longe a prioridade de atuação da área, sendo apontada por quase 90% dos respondentes. O acompanhamento do Legislativo vem em segundo lugar, citado como uma das prioridades de atuação por três quartos dos respondentes da pesquisa feita pelo anuário ORIGEM. Embora em percentual menor, esses dois temas também são apontados por profissionais de consultorias e escritórios e associações de classe como os mais relevantes para a atividade diária do RIG. E não haveria por que ser diferente. Os próprios profissionais das empresas apontam que estabelecer uma interlocução sólida e transparente com autoridades governamentais é o seu maior desafio”.

Sem dúvida a atividade de RIG é uma área em transição que exige novas habilidades dos profissionais e grandes desafios. Quer saber mais? Acesse o conteúdo completo do Anuário ORIGEM 2019.

Ou clique aqui, para baixar o Anuário ORIGEM 2019 em PDF.

OS MAIORES DESAFIOS

OS MAIS ADMIRADOS

Todos os participantes da pesquisa Anuário ORIGEM 2019 indicaram até três nomes de profissionais líderes de RIG que mais admiram pelo trabalho realizado. Dos 20 nomes mais citados, dez são de empresas, nove de consultorias especializadas e um de associação de classe empresarial. A lista contempla nomes como Guilherme Cunha Costa (Paper Excellence), Helga Franco (Nestle) e Fabio Rua (IBM).

GUIA DE PROFISSIONAIS

São mais de 60 páginas com os nomes dos gestores e líderes de RIG do mercado brasileiro, com informações sobre linha de reporte, quando assumiu o cargo, desde quando atua na área de RIG, dados acadêmicos, de experiência e número de membros da equipe que comanda.

O Anuário ORIGEM 2019 é uma realização das empresas Consult-Master, LEC – Legal, Ethics, Compliance e VITTORE Partners, em correalização com Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (ABRIG) e com o Instituto de Relações Governamentais (IRELGOV).

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